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Como a inteligência artificial afeta nossa vida?

Algumas das aplicações mais poderosas e prevalentes de inteligência artificial são aquelas sobre as quais nem chegamos a imaginar: as IAs que gerenciam nossas pesquisas no Google, desviam o spam de nossa caixa de entrada, selecionam os anúncios que vemos ao navegarmos na internet, identificam pessoas nas fotos de nossa página nos Facebook e recomendam os produtos que compramos na Amazon.

Não importa onde moramos ou trabalhamos, uma coisa é certa: cada vez mais, uma parcela cada vez maior da infraestrutura técnica de nossa sociedade é movida por IA. Ainda que muitas inteligências artificiais passem facilmente despercebidas – pois não falam conosco, como o Siri, nem realizam tarefas físicas, como dirigir nossos Teslas –, elas atuam incessantemente nos bastidores, executando funções cruciais como reconhecimento de padrões, resolução de problemas, criação de relatórios e otimização.

A tecnologia da inteligência artificial está se alastrado por quase todos os aspectos de nossa vida. Por exemplo, ela já nos ajuda a continuarmos vivos graças a sua integração com os serviços médicos e de saúde, e influencia toda a economia por meio da sua integração com finanças.

É essa variedade de casos de uso que tende a tornar a IA tão difícil de entender, mas é também o que a torna tão poderosa. A possibilidade de adicionar uma camada de IA a praticamente qualquer tecnologia significa que, à medida que a IA progride, cada vez mais o mundo à nossa volta parecerá adquirir vida.

Esse “despertar” alterará drasticamente a vida como a conhecemos, desde nosso lazer e atividades de negócio até nossa saúde e espiritualidade. Segundo o futurista Jason Silva, “a IA é talvez a avó de todas as tecnologias exponenciais – e certamente transformará o mundo e a raça humana de maneiras que mal podemos conceber.”

*Texto traduzido e adaptado do Guia Exponencial da Inteligência Artificial, da Singularity University

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O blockchain e o futuro dos aplicativos descentralizados

Vamos começar pelo básico: aplicativos descentralizados (DApps) são plataformas de software de código aberto (open source) e executados em redes peer-to-peer (P2P ou ponto a ponto), utilizando um cadastro distribuído de blockchain.

Do mesmo modo como o bitcoin e o blockchain mudaram nossa maneira de pensar sobre moedas digitais, os aplicativos descentralizados podem mudar nossa maneira de pensar sobre software.

Juntos, os contratos inteligentes e os aplicativos descentralizados tendem a expandir o alcance de ferramentas de blockchain. Com isso, o blockchain poderá fornecer as bases para plataformas mais ampla, capazes de hospedar uma enorme variedade de aplicativos, em vez de limitar-se ao bitcoin e outras criptomoedas.

O sistema mais comum utilizado para criar aplicativos descentralizados é o Ethereum, plataforma global de código aberto que dá suporte a criptomoedas e a vários outros tipos de aplicativos, incluindo contratos inteligentes. O Ethereum permite que desenvolvedores de todo o mundo criem, implementem e distribuam aplicativos descentralizados com rapidez e segurança.

Uma das grandes vantagens da Ethereum é permitir que um único blockchain hospede um número infinito de aplicativos. Como esses aplicativos são descentralizados, eles podem ser dimensionados e disponibilizados rapidamente para todos que fizerem parte da plataforma. Nos próximos anos, a criação desse tipo de ecossistema talvez possa ser o ponto de virada na consolidação do blockchain como tecnologia de massa.

*Texto traduzido e adaptado do Guia Exponencial do Blockchain, da Singularity University

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Tecnologia exponencial e novos métodos de ensino

A educação permanece praticamente a mesma há mais de um século. Para muitos, o sistema está obsoleto ou, no mínimo, desatualizado. Em todo o mundo, inovadores têm se esforçado para melhorar a educação para todos – e, possivelmente, transformá-la – incorporando tecnologias exponenciais e novas formas de aprendizado. Esses experimentos podem vir a ter sucesso e se tornar uma tendência que afetará milhões.

Trazer a criatividade de volta à sala de aula
Aulas focadas no chamado STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, na sigla, em inglês) funcionaram bem nas últimas década. Mas hoje precisamos de um processo mais criativo. Os educadores descobriram que a criatividade é vital para nosso processo de aprendizado e para o modo como nos expressamos. O ensino de artes criativas vem ganhando popularidade em diversas partes do mundo. Além disso, muitas empresas começaram a dar crédito adicional à criatividade, chegando até a listá-la como uma característica desejada em seus esforços de recrutamento.

Mudar os métodos de ensino
Novas formas de ensino – aprendizagem simulada, jogos educativos e até mesmo edutainment (educação+entretenimento) – têm sido aplicadas em sala de aula para manter o aluno engajado. Experiências de aprendizagem com VR e AR colocam o aluno dentro do processo de aprendizado. Jogos educativos e métodos de aprendizado via edutainment oferecem aos alunos a oportunidade de saírem dos livros e vivenciarem a experiência, o que cria oportunidades para momentos valiosos de ensino. Além disso, essa abordagem oferece aos alunos a oportunidade de desenvolverem habilidades úteis no mundo real, como o trabalho colaborativo e a capacidade de gerenciar tempo e tarefas simultâneas.

Personalização
As salas de aula tradicionais logo serão descartadas em prol de um aprendizado mais individualizado. Com a liberdade que veio com as novas tecnologias – e que tornou o aprendizado acessível de qualquer lugar – cada pessoa poderá aprender de acordo em seu próprio ritmo. Isso não só é vantajoso para os alunos que aprendem mais rapidamente, como também pode ajudar a identificar desafios do aprendizado. Programas e cursos voltados para dificuldades específicas de aprendizado – como TDAH e dislexia – estão fornecendo a esses alunos as ferramentas que precisam para aprenderem junto com outros da mesma faixa etária.

Aulas online
Embora a educação online tenha passado por várias transformações, ela está disponível na internet há décadas. Aulas online são oferecidas a qualquer pessoa com acesso à internet, seja por meio de computadores, tablets, smartphones ou outros dispositivos inteligentes. Isso abre oportunidades para o aprendizado via plataformas video learning e outros métodos audiovisuais.

Tecnologias emergentes
Numa visão panorâmica, as tecnologias emergentes na educação podem parecer voláteis. Nesse contexto, a exploração e a descoberta podem eliminar lacunas importantes no que diz respeito ao acesso à educação e à sua qualidade. Educadores respeitados já vêm dando os primeiros passos rumo ao ensino auxiliado por inteligência artificial e blockchain. Outros inovadores têm se concentrado em tornar o método de ensino mais envolvente e atraente por meio da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR). Ainda há aqueles que estão investigando como utilizar a internet das coisas para oferecer comunicações simplificadas para alunos e pais em tempo real.

*Texto traduzido e adaptado do Guia Exponencial do Futuro do Aprendizado, da Singularity University

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Inteligência Artificial: as tendências que vêm por aí

À medida que o desenvolvimento e a aplicação da inteligência artificial continuam avançando em ritmo sem precedentes, algumas tendências importantes começam a surgir. Talvez as mais significativas envolvam aplicativos de deep learning que já demonstram desempenho excepcional, competindo contra seres humanos em jogos como Jeopardy e Go.

O mercado de trabalho também reflete claramente esse crescimento. De 2015 a 2017, por exemplo, o número de anúncios de empregos que exigem habilidades para desenvolver aplicações de deep learning aumentou 35 vezes. Em 2019, a demanda só continua crescendo ainda mais.

Um dos motivos do forte crescimento da IA é sua convergência com outras tecnologias. Estamos vendo um aumento maciço na integração das IAs com a internet das coisas (IoT) e com a computação de ponta. Trata-se de uma estratégia concebida para melhorar o desempenho, retirando o poder computacional dos centros de dados e transferindo-o para dispositivos locais.

O objetivo é permitir que os dispositivos respondam mais rapidamente, processando mais informações, em vez de ficarem apenas se comunicando repetidamente com a nuvem. A integração entre inteligência artificial, a internet das coisas e a computação de ponta será uma extraordinária força propulsora para empresas que buscam aumentar a velocidade e melhorar o desempenho de suas soluções e serviços.

Outra tendência importante é o desenvolvimento de processadores especializados, projetados para otimizar o desempenho da IA. Muitos dos principais fabricantes de chips do mundo, incluindo Nvidia, Intel, AMD, Qualcomm e ARM, estão trabalhando em versões próprias de chips de alta performance que permitirão incorporar a inteligência artificial em produtos do dia a dia e na internet das coisas.

Ainda vale ficar de olho em outros movimentos que estão impulsionando o crescimento da inteligência artificial, como visão computacional, assistentes de voz e o esforço por mais padronização e ética.

*Texto traduzido e adaptado do Guia Exponencial da Inteligência Artificial, da Singularity University