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Supercomputador Santos Dumont está disponível para pesquisas do Covid-19

Na última semana, o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), sediado na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, anunciou que o supercomputador Santos Dumont estará disponível para cientistas e pesquisadores que estão trabalhando em projetos relacionados ao Covid-19.

O Santos Dumont está em 193º lugar no ranking global de supercomputadores mais poderosos do mundo e é o maior da América Latina.

A máquina tem 5,1 petaflops, ou seja, é capaz de realizar 5,1 quatrilhões de operações por segundo. É como se sua capacidade de processamento fosse equivalente a 62 mil iPhones 11 ou 20 mil computadores Mac Pro (o mais potente da Apple).

Com o aumento exponencial na produção de dados, os supercomputadores são as ferramentas para o tratamento desses dados.

Além de colaborar na exploração de óleo e gás no país, o Santos Dumont integra outros 150 estudos científicos, como desenvolvimento de novos fármacos focados no HIV, análises genômicas, propriedades de nanomateriais, dinâmica molecular, modelos climáticos e pesquisas sobre zika e dengue.

Segundo o LNCC, o supercomputador já está sendo utilizado em três projetos de pesquisa relacionados ao novo coronavírus.

Em novembro de 2019, o LNCC recebeu um investimento de R$ 63 milhões. O aporte foi essencial para dar continuidade ao projeto e custear os gastos com eletricidade, até então bancados pelo governo do Estado do Rio de Janeiro.

Com a iniciativa, os pesquisadores terão acesso livre ao software Parabricks da NVIDIA Enterprise por 90 dias para otimizar tarefas de pesquisa, como reduzir o tempo gasto para analisar um genoma humano inteiro de dois dias para menos de uma hora.

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